domingo, 10 de dezembro de 2017

Português - Fichas de Trabalho


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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Português - Resumo - A Classe dos Adjetivos


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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Português - Textos


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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Pelosiro - Educação - Lista de Sites


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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Português - Poetas Portugueses: Jorge Ferreira da Silva

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

A fascinante língua portuguesa: como escrever um longo texto sem usar a letra A


Quase todos os vocábulos portugueses possuem a imprescindível letra “A”. Basta folhear um dicionário para perceber isso. A princípio, muitos acreditam ser impossível escrever uma frase ou um texto sem empregar a letra “A”. Porém, é possível. E em vez de um único texto, mostramos-lhe 2. Comprove:

TEXTO 1
“Se quisermos, poderemos escrever muito bem, omitindo o emprego de elementos tidos como imprescindíveis. Rico é o português e nos permite um sem número de efeitos e modos diferentes de dizer e escrever com bom gosto, com correto e distinto porte.

Mesmo em estilo simples, despretensioso, muito se pode conseguir.

Porém, incluindo termos menos comuns, pode-se ter o luxo de desenvolver extensos discursos e escritos diversos sobre muitos motivos e teses diferentes.

É possível escrever sem o “O”, sem o “I”, sem o “B”, sem o “R”, sem o “P”, enfim, isso pode ser feito como escolhermos.

Por exemplo, sem verbos, sem conjunções, sem pronomes e outros. Depende só do início e de um breve treino.

Prosseguindo, pois, vou expondo, neste simples e breve comento o que ficou dito, e provo que é possível, escrevendo estes conceitos sem nenhum emprego do elemento referido no título deste tópico.

Todo médio escritor e todos os estudiosos e curiosos podem conseguir o mesmo sem temer o encontro de difíceis trechos.

O verbo sublime sempre explode fecundo, se o homem, movido de puro intento, insiste no esforço meritório de produzir o belo e útil.

Nobres leitores: deixo-lhes este convite: brindemos sempre o nosso português com o justo conceito que lhe é devido. Devemos reconhecer sem indiscutível mérito. Devemos promover de todos os modos o prestígio que ele deve ter no consenso do mundo. Com nosso perene fervor, honremos o que é nosso!”

Da autoria de Geraldo Valle, sob o título “Sem a Letra A’’,transcrito do jornal da AGI-janeiro-fevereiro/2002, página 4

TEXTO 2
“Tudo requer muito equilíbrio psicológico, pois o nosso viver, o nosso mundo,tudo que se move, se bebe, que se come e dorme requer o devido equilíbrio. E equilíbrio é sempre um jeito de ser.

Um sonho moderno deste novo século é o de que preciso ser, eu me pergunto: “Eu sou? Estou? Eu existo? Eu quero? Eu vivo?” Sim! Eu vivo! É só o que sinto.

Vivo num mundo sofrido, pobre de espírito, poderoso, sem motivos nem objetivos.

Pode ser novo ou velho, rico ou pobre, solteiro ou viúvo, feliz ou triste.

Vivemos sós e nenhum de nós persiste muito em viver, em querer, no nosso compromisso um com o outro, no motivo… que motivos temos em nosso mundo com gente morrendo de fome, de sede, com suicídios, enfim, mortes e mortes e mortes.(…)”

Da autoria de Magno Alves de Araújo, in: www.palavrasnaweb. blogspot.com.br

Fonte: Observatório da Língua Portuguesa

sábado, 23 de setembro de 2017

Alfredo Taunay

Alfredo Taunay (1843-1899) foi escritor brasileiro. A obra "Inocência", é considerada o melhor romance sertanejo do Romantismo. Taunay foi também político do Império, militar, professor, engenheiro, historiador e sociólogo brasileiro.

Alfredo Taunay (1843-1899) nasceu no Rio de Janeiro, no dia 22 de fevereiro de 1843. De família aristocrata, era filho de Felix Émile Taunay, diretor da Academia Imperial de Belas Artes, e de Gabriela Hermínia d'Escragnolle Taunay, filha do conde d'Escragnolle. Seu avô, o pintor Nicolas Antoine Taunay, veio para o Brasil com uma Missão francesa, em 1816.

Estudou no Colégio Pedro II, onde em 1858, concluiu o bacharelado em Letras. Cursou a Escola Militar, onde formou-se em 1863, em Ciências Naturais e Matemática. Casou-se com Cristina Teixeira Leite, filha do Barão de Vassouras. Combateu na Guerra do Paraguai, como engenheiro, entre os anos de 1864 e 1870. Publicou em 1871, o livro "A Retirada da Laguna", onde relata sua dramática experiência durante os seis anos na guerra.

Terminada a Guerra do Paraguai, entra para o magistério, leciona no Colégio Militar. Dedica-se também à política. Em 1872 é eleito deputado pela província de Goiás. Nesse mesmo ano publica "Inocência", que é considerado o melhor romance sertanejo do Romantismo. Em 1876, foi nomeado presidente da província de Santa Catarina. Passa dois anos estudando na Europa. Em 1881 é novamente eleito deputado por Santa Catarina. Em 1886 é nomeado Senador do Império. Em 1889, recebe do Imperador Dom Pedro II, o título de Visconde de Taunay. Com a queda da Monarquia, afasta-se do Senado.

Obras de Alfredo Taunay
A Retirada da Laguna, diário de guerra, 1871
Inocência, romance, 1872
Lágrimas do Coração,
Manuscrito de uma Mulher, romance, 1873
Ouro sobre Azul, romance, 1875
Amélia Smith, drama, 1886
No Declínio, romance, 1889
O Encilhamento, romance, 1894
Reminiscências, Memórias, 1908 (póstumas)

Biografia retirada de e-biografias

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Marion Zimmer Bradley

Nasceu em Albany, Estados Unidos da América, em Junho de 1930, começando a escrever adolescente. Nos anos cinquenta, era aquilo a que se chama uma “escritora de sucesso fácil”, vendia histórias de sexo e de mistério a revistas de grande tiragem, para sustentar marido e filhos. Na década seguinte, dedicou-se à produção de romances góticos para poder tirar um curso universitário. As suas histórias de ficção científica do ciclo Darkover ( um planeta onde os seres humanos, ao contacto com os alienígenas, adquirem poderes extrapsíquicos) continuam a ter numerosos admiradores. Com As Brumas de Avalon, e a sua permanência de três meses na lista dos “bestesellers” do New York Times, Marion tornou-se uma escritora de prestígio e uma das mais lidas no mundo inteiro . Prosseguiu na mesma senda com Presságio de Fogo (1987), onde reescreve a guerra de Tróia de uma perspectiva feminista. Regressa ao universo mítico da Bretanha druídica, desta vez, em confronto com o Império Romano com A Casa da Floresta (1983). Deixou mais de meia centena de livros.

Biografia retirada de O Leme

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Alphonsus de Guimaraens

Alphonsus de Guimaraens (1870-1921) foi um poeta brasileiro. Um dos principais representantes do Movimento Simbolista no Brasil. Sua poesia é quase toda caracterizada pelo tema da morte da mulher amada, a morte de sua noiva aos dezessete anos. Todos os outro temas que explorou, como religião, natureza e arte, estão sempre relacionados com a morte.

Alphonsus de Guimaraens (1870-1921) nasceu em Ouro Preto, Minas Gerais, no dia 24 de julho de 1870. Filho do comerciante português Albino da Costa Guimarães e de Francisca de Paula Guimarães Alvim. Fez os cursos básicos em Minas Gerais e aos 17 anos se apaixona pela prima Constança, filha do escritor Bernardo Guimarães seu tio-avô. Com a morte prematura da prima, em 1888, o poeta se entrega a vida boêmia.

Essa época já colaborava no Almanaque Administrativo, Mercantil, Industrial, Científico e Literário do município de Ouro Preto. Viaja para São Paulo com o amigo José Severino de Resende. Inicia o curso de Direito na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em 1891. Volta para Ouro Preto, em 1893, onde termina o curo de Direito na recém criada Academia Livre de Direito de Minas Gereis.

Volta para São Paulo onde estuda Ciências Sociais, terminando o curso em 1895. Vai ao Rio de Janeiro, onde conhece Cruz e Souza, poeta que já admirava e de quem tornou-se amigo. Volta para Minas e é nomeado promotor de Conceição do Serro, hoje Conceição do Mato Dentro, ocupando em seguida o cargo de juiz substituto. Em 1897, casa-se com Zenaide de Oliveira, com quem teve 14 filhos.

Sua poesia expressa uma atitude melancólica sobre o tema morte. O sentimento resignado, o sofrimento e a desesperança estão presentes em seus versos. O seu espiritualismo é voltado para a religiosidade e o misticismo.

Seus três primeiros livros foram publicados no Rio de Janeiro, em 1899, são: Dona Mística, Câmara Ardente e o Setenário das Dores de Nossa Senhora. Kiriali que foi escrito antes, só foi publicado em 1902, na cidade do Porto, em Portugal. Em 1905 é nomeado juiz municipal da cidade de Mariana.

Afonso Henrique da Costa Guimarães (seu nome civil) morreu na cidade de Mariana, Minas Gerais, no dia 15 de julho de 1921.

Obras de Alphonsus de Guimaraens
Setenário das Dores de Nossa Senhora, poesia 1899
Dona Mística, poesia, 1899
Câmara Ardente, poesia, 1899
Kiriale, poesia, 1902
Mendigos, prosa, 1920
Pauvre Lyre, poesia, 1921
Pastoral aos Crentes do Amor e da Morte, poesia, 1923
Poesias (Nova Primavera, Escada de Jacó, Pulvis, poesia, 1938

Biografia retirada de e-biografias

domingo, 17 de setembro de 2017

Aluísio Azevedo

Aluísio Azevedo (1857-1913) foi escritor brasileiro. "O Mulato" foi o romance que iniciou o Movimento Naturalista no Brasil. Foi também caricaturista, jornalista e diplomata. É membro fundador da Academia Brasileira de Letras.

Aluísio Azevedo (1857-1913) nasceu em São Luís, Maranhão, no dia 14 de abril de 1857. Levado pelo irmão, o teatrólogo e jornalista Artur Azevedo, viajou para o Rio de Janeiro aos 17 anos de idade. Começou a estudar na Academia Imperial de Belas-Artes, onde revelou seus dons para o desenho. Logo passou a colaborar, com caricaturas e poesias, em jornais e revistas.

Com a morte do pai, em 1879, Aluísio volta para São Luís e se dedica a literatura. Publica seu primeiro romance, "Uma Lágrima de Mulher", em 1880, onde se mostra exageradamente sentimental e de estilo romântico. Em 1881 edita "O Mulato", romance que iniciou o Movimento Naturalista no Brasil. A obra denunciava o preconceito racial existente na burguesia maranhense Com a reação negativa da sociedade, Aluísio volta para o Rio de Janeiro.

Aluísio Azevedo abandonou as tendências românticas em que se formara, para, influenciado por Eça de Queirós e Émile Zola, tornar-se o precursor do Movimento Realista-Naturalista. No Rio de Janeiro, passou a viver com a publicação de folhetins românticos a alguns relatos naturalistas. Viveu durante 15 anos do que ganhava como escritor.

Preocupado com a realidade cotidiana, seus tema prediletos foram a luta contra o preconceito de cor, o adultério, os vícios e o povo humilde. Na obra "O Cortiço", Aluísio retrata o aumento da população no Rio de Janeiro e o aparecimento de núcleos habitacionais, denominados cortiços, onde se aglomeravam trabalhadores e gente de atividades incertas. O grande personagem do romance é o próprio cortiço.

Em 1895, com quase quarenta anos, Aluísio ingressa na carreira diplomática, atuando como cônsul do Brasil no Japão, na Espanha, Inglaterra, Itália, Uruguai, Paraguai e Argentina. Durante todo esse período não mais se dedicou a produção literária.

Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo morreu em Buenos Aires, Argentina, no dia 21 de Janeiro de 1913.

Obras de Aluísio Azevedo
Uma Lágrima de Mulher, romance, 1879
Os Doidos, teatro, 1879
O Mulato, romance, 1881
Memórias de um Condenado, romance, 1882
Mistérios da Tijuca, romance, 1882
A Flor de Lis, teatro, 1882
A Casa de Orates, teatro, 1882
Casa de Pensão, romance, 1884
Filomena Borges, romance, 1884
O Coruja, romance, 1885
Venenos que Curam, teatro, 1886
O Caboclo, teatro, 1886
O Homem, romance, 1887
O Cortiço, romance, 1890
A República, teatro, 1890
Um Caso de Adultério, teatro, 1891
Em Flagrante, teatro, 1891
Demônios, contos, 1893
A Mortalha de Alzira, romance, 1894
O Livro de uma Sogra, romance, 1895
Pegadas, contos, 1897
O Touro Negro, teatro, 1898

Biografia retirada de e-biografias
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